Voltar para Postagens
Compliance e Legislação 26 de junho, 2026 · 3 min de leitura

Coleta de RSS na Sala de Recuperação Pós-Anestésica

A SRPA gera resíduo do bloco sem ser o bloco. Veja a classe do que sai dali.

por Jorge Jason
Atualizado em 26 de junho, 2026
Coleta de RSS na Sala de Recuperação Pós-Anestésica

A Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA) é o setor que ninguém lembra na hora de pensar o PGRSS — fica entre o centro cirúrgico e a enfermaria, e o resíduo dela costuma ser tratado “como sobra do bloco” ou jogado no comum porque “a cirurgia já acabou”. Nenhum dos dois está certo.

Por que a SRPA gera resíduo próprio

Na SRPA o paciente está acordando da anestesia, ainda monitorado, com acesso venoso, às vezes com sonda, dreno, oxigênio e episódios de êmese. É um setor de alta densidade de procedimentos por leito, num intervalo curto. O resíduo não é “o que sobrou da cirurgia”: é gerado ali, no pós-operatório imediato, e tem a classe do que se faz na SRPA — não a do bloco nem a da enfermaria.

A classe vem do contato e do procedimento, não do “a cirurgia já terminou”.

O que se gera na SRPA

O fluxo da SRPA costuma ter:

O ponto que mais gera erro: tratar tudo como Grupo A “porque veio do cirúrgico” (infla custo) ou jogar no comum “porque o paciente está estável” (risco e não conformidade). A SRPA precisa de coletor de A, E, B e D no ponto, como qualquer setor assistencial.

O que o gestor precisa garantir

Três pontos resolvem a maioria das não conformidades:

  1. A SRPA tem seus próprios coletores — não é “extensão do bloco” nem “antessala da enfermaria”
  2. Caixa de perfurocortante no leito de recuperação — acesso venoso e cateter geram Grupo E ali
  3. Sobra de anestésico é Grupo B — o que veio do controlado segue a regra do fármaco

A densidade de procedimentos por leito-hora na SRPA é alta — pouca permanência, muito manejo.

O que isso muda na coleta

SRPA bem segregada evita inflar o Grupo A do bloco e evita o risco de mandar material assistencial para o comum. É um setor pequeno que, mal classificado, distorce o indicador do centro cirúrgico inteiro — o mesmo princípio de organizar o ponto de geração.

A Seven Resíduos atende hospitais com coleta de RSS e orientação de segregação por setor e PGRSS. Veja também como separar o lixo do centro cirúrgico, como descartar resíduo de aplicação de injeção e o glossário de RSS. A base normativa está na RDC 222 da Anvisa.

A SRPA do seu hospital tem coletores próprios ou herda os do bloco? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Coleta RSS #Grupo A #rdc 222 #Segregação #SRPA

Sua empresa está regularizada?

Diagnóstico gratuito + proposta personalizada em até 2 horas.

Fazer um orçamento
Arquivo

Todas as postagens

Explore o arquivo completo de conteúdos da Seven Saúde sobre gestão de RSS, regularização e legislação ambiental.

Cobertura

Áreas de atuação

Atendemos toda a capital e região metropolitana de São Paulo

  • Aclimação
  • Bela Vista
  • Bom Retiro
  • Brás
  • Cambuci
  • Centro
  • Consolação
  • Higienópolis
  • Glicério
  • Liberdade
  • Luz
  • Pari
  • República
  • Santa Cecília
  • Santa Efigênia
  • Vila Buarque

Não encontrou sua região? Atendemos todo o estado de SP sob consulta.

Solicitar orçamento