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Compliance e Legislação 25 de junho, 2026 · 3 min de leitura

Como Descartar Resíduo de Sutura e Pequena Cirurgia

Sutura no PA gera agulha, fio e gaze com sangue. Veja a classe correta de cada um.

por Jorge Jason
Atualizado em 25 de junho, 2026
Como Descartar Resíduo de Sutura e Pequena Cirurgia

Sutura e pequena cirurgia são rotina em pronto-socorro, UBS, ambulatório e consultório: laceração, retirada de lesão, drenagem de abscesso, ponto. Sai fio com agulha, gaze encharcada, lâmina, campo e sobra de anestésico. O erro clássico: agulha de sutura jogada no saco e gaze com sangue no lixo comum.

Por que não é resíduo comum

O procedimento gera material com sangue e fluido biológico e material perfurocortante. A RDC 222/2018 classifica gaze, compressa e campo com sangue como Grupo A1, e agulha de sutura, lâmina de bisturi e fio agulhado como Grupo E. Não é o tamanho do procedimento que define a classe — é o contato e o objeto.

A regra de ouro do perfurocortante prevalece: tudo que tem agulha ou lâmina vai para a caixa rígida, mesmo “usado uma vez só”.

O que se gera no procedimento

Uma sutura/pequena cirurgia gera, num fluxo só:

O ponto que mais gera erro: o fio agulhado. Como “é só uma linha”, vai para o saco — mas tem agulha presa, é Grupo E, e fura quem manuseia (o saco duplo não substitui a caixa).

O que o gestor precisa garantir

Três pontos resolvem a maioria das não conformidades:

  1. Caixa de perfurocortante na sala de sutura — ao alcance, na altura certa, para agulha, fio agulhado e lâmina
  2. Coletor de Grupo A no ponto — gaze e campo com sangue vão ao saco branco, não ao lixo comum
  3. Sobra de anestésico é Grupo B — frasco/ampola com fármaco residual não vai para a pia nem para o saco branco

O volume é alto e disperso em PA e UBS — muitos procedimentos pequenos somam muito perfurocortante.

O que isso muda na coleta

Serviço que faz muita sutura — PA, UBS, ambulatório — gera Grupo E de volume com A1 e B associados, mesmo sendo, às vezes, pequeno gerador. O contrato precisa reconhecer perfurocortante em quantidade; o risco está no objeto, não no porte.

A Seven Resíduos atende PA, UBS e clínicas com coleta de Grupo A, B e E com PGRSS. Veja também como separar o lixo do centro cirúrgico, como descartar resíduo de paramentação cirúrgica e o glossário de RSS. A classificação está na RDC 222 da Anvisa.

Na sua sala de sutura, o fio agulhado vai no saco ou na caixa rígida? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Grupo A #Grupo E #Pequena Cirurgia #rdc 222 #Sutura

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