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Compliance e Legislação 21 de junho, 2026 · 3 min de leitura

Como Descartar Resíduo de Broncoscopia

Broncoscopia gera lavado, biópsia e químico de reprocessamento. Veja a classe correta.

por Jorge Jason
Atualizado em 21 de junho, 2026
Como Descartar Resíduo de Broncoscopia

Broncoscopia tem um detalhe que muda o PGRSS do serviço: o risco respiratório. Lidar com via aérea significa possível exposição a tuberculose e outros agentes de transmissão respiratória — e isso eleva a classe de parte do resíduo. Tratar como endoscopia digestiva comum subdimensiona o risco.

Por que o risco respiratório importa

O broncoscópio acessa a via aérea inferior. Quando o paciente tem (ou pode ter) tuberculose, micobactéria ou outro agente de transmissão respiratória, o material com secreção entra na lógica do Grupo A2 — risco biológico com agente de maior transmissibilidade — não apenas A1.

Quem segrega tudo como A1 padrão ignora o cenário que mais exige cuidado em pneumologia: o paciente bacilífero.

O que se gera no fluxo

Um procedimento de broncoscopia gera:

O broncoscópio em si é reprocessado no CME/endoscopia (não é resíduo); o resíduo crítico é a solução de desinfecção de alto nível (Grupo B) e o material com secreção (A1/A2).

O que o gestor precisa garantir

Três pontos resolvem a maioria das não conformidades:

  1. Definir o gatilho de Grupo A2 — protocolo claro: paciente com suspeita/confirmação de TB gera A2; sem critério, tudo vira A1 por engano
  2. Coletor de Grupo B para a solução de DAN — glutaraldeído/OPA usado não vai na pia (CONAMA 430); recipiente próprio com neutralização quando aplicável
  3. EPI e fluxo respiratório — a proteção da equipe (NR-32) e a segregação correta andam juntas no procedimento broncoscópico

O volume é baixo em massa, alto em criticidade. Um serviço de broncoscopia de médio porte gera tipicamente 10-30 kg/mês somando A, B e E.

O que isso muda na coleta

Broncoscopia precisa de contrato que contemple Grupo B de desinfecção de alto nível e o gatilho de A2 — não um contrato linear de Grupo A. O risco respiratório é o diferencial, igual ao raciocínio de como descartar material de endoscopia.

A Seven Resíduos atende serviços de endoscopia respiratória com coleta de Grupo B de DAN + A1/A2 + suporte de PGRSS. Veja também como descartar aparelho respiratório, o glossário de RSS e a base da CONAMA 358. A classificação está na RDC 222 da Anvisa.

Seu serviço de broncoscopia tem gatilho definido para Grupo A2? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Broncoscopia #Endoscopia #Grupo A #Grupo B #rdc 222

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