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Compliance e Legislação 27 de junho, 2026 · 3 min de leitura

Como Descartar Resíduo de Prótese Dentária

Laboratório de prótese gera gesso, resina e químico. Veja a classe de cada um.

por Jorge Jason
Atualizado em 27 de junho, 2026
Como Descartar Resíduo de Prótese Dentária

O laboratório de prótese dentária não atende paciente — ele recebe o molde e devolve a peça. Por isso muita gente acha que “lá não tem RSS”. Tem: o resíduo é diferente do consultório, predominando material de modelagem e químico, e quase sempre vai todo para o lixo comum sem critério.

Por que o laboratório de prótese gera RSS

O laboratório de prótese trabalha com gesso, resina acrílica, ceras, ligas metálicas, monômero e materiais de polimento. Pouco disso tem contato biológico — mas parte tem risco químico, e o que chega do consultório (moldagem) pode ter tido contato com saliva/sangue. A RDC 222 classifica pela natureza: a maior parte é Grupo D, mas o químico é Grupo B, e a moldagem com contato biológico é Grupo A1.

A classe vem do material e do contato, não de “ser laboratório que não vê paciente”.

O que se gera na prótese

O fluxo do laboratório de prótese costuma ter:

O ponto que mais gera erro: jogar monômero e resina líquida no lixo comum ou na pia. Esses são químicos de verdade — Grupo B —, não “sobra de plástico”. E a moldagem que chega contaminada precisa de tratamento/descontaminação definido antes de virar Grupo D.

O que o gestor precisa garantir

Três pontos resolvem a maioria das não conformidades:

  1. Coletor de Grupo B na bancada — monômero/resina líquida/solvente não vão à pia nem ao comum
  2. Critério para a moldagem que chega — descontaminação definida; sem isso, é Grupo A1
  3. Fresas e brocas são Grupo E — perfurocortante segue a caixa rígida

O gesso é volumoso e em geral Grupo D, mas misturá-lo com o químico transforma tudo no problema mais caro.

O que isso muda na coleta

Laboratório de prótese gera Grupo B característico + D volumoso, com A1 e E pontuais. O contrato precisa reconhecer o químico de processo; o erro está em tratar o laboratório como “só gesso e plástico”.

A Seven Resíduos atende laboratórios e clínicas com coleta segregada de Grupo B e D com PGRSS. Veja também coleta de RSS em consultório odontológico, RDC 222: o que é o Grupo B e o glossário de RSS. A classificação está na RDC 222 da Anvisa.

Seu laboratório de prótese joga monômero na pia ou no lixo comum? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Grupo B #Grupo D #laboratório #Prótese Dentária #rdc 222

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