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Compliance e Legislação 18 de junho, 2026 · 3 min de leitura

Como Descartar Equipamento Eletronico Hospitalar

Equipamento eletrônico hospitalar tem fluxo próprio (PNRS + RoHS). Veja o que muda em monitor, bomba e ventilador.

por Jorge Jason
Atualizado em 18 de junho, 2026
Como Descartar Equipamento Eletronico Hospitalar

Hospital descarta toneladas de equipamento eletrônico por ano — monitor multiparamétrico que parou, bomba de infusão que não tem mais reparo, ventilador antigo, computador da administração. Não é RSS pelo Grupo D comum — é Resíduo Eletroeletrônico (REEE) com regulação específica: PNRS (Lei 12.305/2010) + decreto 10.240/2020 (logística reversa) + RoHS internacional. Quem joga no lixo comum perde recurso valioso e abre fiscalização.

Por que REEE é diferente

Equipamento eletrônico contém:

Descarte irregular contamina solo e lençol freático + perde recurso recuperável + viola PNRS.

A regulação no Brasil

PNRS (Lei 12.305/2010)

Estabelece logística reversa obrigatória para REEE. O fabricante/importador é corresponsável pela destinação final.

Decreto 10.240/2020

Regulamenta especificamente eletroeletrônico de uso doméstico — equipamento médico tem fluxo paralelo.

Acordo Setorial REEE

Operacionaliza pontos de coleta + descontaminação + reciclagem.

Resoluções estaduais

Cada estado tem regramento próprio para grandes geradores. SP tem Decreto 64.103/2019.

O fluxo correto

1. Mapeamento

Listar todos os equipamentos:

2. Inutilização técnica

Equipamento eletromédico antes do descarte precisa:

3. Logística reversa

Opções:

4. Documentação

O que NÃO fazer

Equipamentos médicos específicos

Monitor multiparamétrico, ECG, oxímetro

REEE com possível dado clínico (memória interna). Sanitização obrigatória antes do descarte.

Bomba de infusão

REEE + bateria + memória interna com histórico de protocolos. Sanitização + fluxo PNRS.

Ventilador mecânico

REEE + componente metálico recuperável + componente plástico. Devolução ao fabricante quando há contrato; senão, fluxo PNRS Classe I.

Equipamento radiológico (raio-X, TC, RM)

Adiciona regulação CNEN quando há fonte radioativa (não confundir com contraste; alguns equipamentos têm fonte de calibração radioativa). Descomissionamento via empresa licenciada CNEN.

Eletrodos descartáveis com adesivo

São Grupo A1 quando usados (contato com paciente) — fluxo RSS normal, não REEE.

Volume típico

Hospital de 200 leitos descarta 2-8 toneladas/ano de REEE:

Custo típico

REEE com logística reversa é carga negativa: o gerador paga para descartar adequadamente. Custo médio:

Para hospital de 200 leitos: R$ 8-30 mil/ano de gasto em REEE.

A Seven Resíduos integra coleta especializada de REEE hospitalar ao contrato de RSS — incluindo sanitização de dados LGPD-compliant.

Seu hospital tem fluxo correto para equipamento eletrônico? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Equipamento Eletrônico #PNRS #REEE

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