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Compliance e Legislação 01 de julho, 2026 · 3 min de leitura

Coleta de RSS em Clínica de Injeção Intravítrea

Anti-VEGF em série gera perfurocortante e frasco de risco. Veja como organizar a coleta certa.

por Jorge Jason
Atualizado em 01 de julho, 2026
Coleta de RSS em Clínica de Injeção Intravítrea

A clínica de retina que aplica anti-VEGF (intravítrea) trabalha em série: dezenas de aplicações por turno, cada paciente recebendo a injeção no olho em poucos minutos. Por ser rápido e “limpo”, esse fluxo de produção esconde um detalhe: cada aplicação gera perfurocortante e material com contato biológico — multiplicado pela agenda cheia que esse tipo de clínica costuma ter.

Por que a injeção intravítrea gera RSS de risco

Cada aplicação produz agulha e seringa, frasco/ampola do medicamento (anti-VEGF), campo, gaze e material de antissepsia com contato com a região ocular. Não é cirurgia, mas é procedimento invasivo com agulha fina aplicada no globo ocular — perfurocortante de verdade, Grupo A no que tocou a área, e Grupo B conforme o medicamento. Em volume alto, o pouco de cada caso vira muito por dia.

A pergunta certa não é “é só uma injeção no olho?”, e sim “esse perfurocortante e esse frasco, vezes a agenda do turno, têm coletor e coleta à altura?”.

O que organizar nesse cenário

O erro que passa batido

O equívoco clássico é tratar a sala de injeção intravítrea como “consultório de oftalmologia leve” — agulha no cesto comum porque “foi rápido e mínimo”. Agulha que entrou no olho é Grupo E como qualquer outra; em série, vira acúmulo de perfurocortante mal descartado. Procedimento rápido e de alto giro não é resíduo leve.

O que isso muda na prática

Injeção intravítrea é alto giro de perfurocortante e Grupo A num ambiente que parece só exame. Coletor rígido por ponto, saco branco para o que teve contato e frasco no destino do medicamento é o que mantém um serviço de produção também regular. O olho é o alvo do cuidado; o resíduo, parte dele.

A Seven Resíduos dimensiona coleta licenciada e PGRSS para clínicas de retina e oftalmologia de alto giro. Veja também como funciona o perfurocortante do Grupo E, como descartar resíduo de cirurgia de catarata e o que é o PGRSS. A base normativa está na RDC 222 da Anvisa.

A agulha intravítrea da sua clínica vai para o coletor rígido — ou para o cesto “porque foi rápida”? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Coleta RSS #Grupo A #Grupo E #Injeção Intravítrea #rdc 222

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