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Compliance e Legislação 01 de julho, 2026 · 3 min de leitura

Coleta de RSS em Laboratório de Anatomia Patológica

Peça cirúrgica, formol e fragmento de tecido: o laboratório de patologia gera RSS sensível. Veja como organizar.

por Jorge Jason
Atualizado em 01 de julho, 2026
Coleta de RSS em Laboratório de Anatomia Patológica

O laboratório de anatomia patológica recebe peça cirúrgica, processa, examina, libera o laudo. É um serviço técnico e silencioso — e gera um dos resíduos mais sensíveis do RSS: tecido humano e o químico que o conserva. Tratar isso como “rotina de bancada” é onde a segregação ali costuma falhar, num resíduo que combina Grupo A e Grupo B.

Por que esse serviço gera RSS sensível

Cada amostra chega imersa em fixador (em geral formol) e gera, ao final, fragmentos de tecido humano não utilizados, blocos, lâminas, e o próprio fixador descartado. É a combinação de peça anatômica/fragmento (Grupo A) com resíduo químico volumoso (Grupo B, o formol) — dois caminhos diferentes saindo do mesmo balcão. E o formol não é detalhe: é cancerígeno reconhecido, com manejo próprio.

A pergunta certa não é “isso é lixo de laboratório?”, e sim “esse fragmento de tecido e esse formol têm, cada um, o destino que a norma exige?”.

O que organizar nesse cenário

O erro que passa batido

O equívoco mais grave é o formol indo pelo ralo “porque é líquido” e o fragmento no lixo comum “porque é pequeno”. É descarte irregular com agravante: dano ambiental por químico cancerígeno na rede e exposição com tecido humano. Patologia é dos serviços em que o erro de segregação é, ao mesmo tempo, sanitário e ambiental.

O que isso muda na prática

Anatomia patológica é Grupo A e Grupo B saindo juntos — e os dois exigem rota própria. Reconhecer o formol como químico perigoso (não como água) e o fragmento como resíduo biológico, com volume dimensionado, é o que mantém um serviço técnico também regular. O laudo é o produto; o resíduo, uma responsabilidade de dois grupos.

A Seven Resíduos atende laboratórios de patologia com coleta licenciada e PGRSS para resíduo biológico e químico. Veja também como funciona o Grupo B químico, os subgrupos do Grupo A e o mito do resíduo líquido na pia. A base normativa está na RDC 222 da Anvisa.

O formol e o fragmento do seu laboratório de patologia vão cada um para o destino certo? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #anatomia patológica #Coleta RSS #Grupo A #Grupo B #rdc 222

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