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Compliance e Legislação 01 de julho, 2026 · 3 min de leitura

Coleta de RSS em Clínica de Medicina Nuclear

Aqui o resíduo tem um grupo a mais: o radioativo. Veja como a coleta de RSS muda na medicina nuclear.

por Jorge Jason
Atualizado em 01 de julho, 2026
Coleta de RSS em Clínica de Medicina Nuclear

A clínica de medicina nuclear — cintilografia, PET-CT, iodoterapia — é o serviço onde o RSS ganha um grupo que quase nenhuma outra clínica gera: o Grupo C, o rejeito radioativo. Some-se a isso o resíduo biológico e o perfurocortante de qualquer aplicação, e você tem uma operação onde a coleta de RSS convive com regras de radioproteção. Tratar isso como “clínica de exame” é onde o erro mora.

Por que a medicina nuclear é diferente

O radiofármaco usado no exame torna seringa, frasco, EPI, luva e até o material biológico do paciente potencialmente radioativos por um tempo. Esse resíduo não vai para a coleta comum de RSS enquanto estiver “quente”: ele segue manejo de Grupo C, com decaimento controlado e regras específicas (incluindo as da CNEN), antes de, decaído, seguir como o grupo correspondente. É um RSS com uma etapa a mais — a espera do decaimento.

A pergunta certa não é “para onde mando esse resíduo?”, e sim “esse material já decaiu o suficiente para deixar de ser Grupo C — e está documentado?”.

O que organizar nesse cenário

O erro que passa batido

O equívoco grave é tratar o resíduo radioativo como RSS comum (mandar “quente” para a coleta) ou, no oposto, deixar todo o resto sem gestão porque “aqui o foco é radioproteção”. São duas conformidades que precisam coexistir: a do Grupo C (decaimento, CNEN) e a do RSS dos demais grupos (RDC 222).

O que isso muda na prática

Medicina nuclear é RSS com um grupo a mais e uma etapa a mais. Reconhecer o Grupo C com sua área de decaimento, manter a radioproteção e o PGRSS conversando, e não esquecer o RSS comum no meio disso é o que mantém um serviço de alta complexidade também regular. O exame é nuclear; o resíduo, dupla responsabilidade.

A Seven Resíduos apoia clínicas de medicina nuclear com coleta licenciada e PGRSS integrados ao manejo do resíduo decaído. Veja também os subgrupos do Grupo A, o que é RSS e o que é o PGRSS. A base normativa está na RDC 222 da Anvisa.

Seu resíduo radioativo aguarda o decaimento controlado — ou vai “quente” para a coleta comum? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Coleta RSS #Grupo C #Logística #medicina nuclear #rdc 222

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