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Compliance e Legislação 21 de junho, 2026 · 3 min de leitura

Coleta de RSS em Clínica de Infusão

Centro de infusão de biológicos gera RSS com perfil de Grupo B alto. Veja o fluxo correto.

por Jorge Jason
Atualizado em 21 de junho, 2026
Coleta de RSS em Clínica de Infusão

Centro de infusão — aquele que aplica imunobiológicos, anti-TNF, imunoglobulina, ferro endovenoso, antibiótico EV de longa duração — virou um modelo de clínica muito comum. E gera um resíduo que o contrato de coleta genérico subdimensiona: o Grupo B é alto, não acessório.

Por que não é “clínica de aplicação”

A clínica de infusão administra medicamentos de alto valor e, muitos deles, com característica que classifica o resíduo como Grupo B (medicamento). Frasco com vestígio de biológico, equipo com resíduo do fármaco, sobra de dose preparada e não usada — tudo isso é Grupo B, não lixo comum nem só Grupo A.

Quem trata como “consultório que aplica soro” erra a classe do item de maior valor e maior risco regulatório.

O que se gera no fluxo

A infusão gera, por sessão:

Alguns imunobiológicos e quimioterápicos não citostáticos têm regra específica. Quando há manipulação de dose, a sala de preparo segue boas práticas (RDC 67/2007) e a limpeza da área gera Grupo B adicional.

O que o gestor precisa controlar

Três pontos resolvem a maioria das não conformidades:

  1. Coletor de Grupo B na sala de preparo e na sala de infusão — o frasco com vestígio é o erro mais comum quando só há coletor de Grupo A na poltrona
  2. Fluxo da dose não administrada — paciente faltou ou teve reação; a dose preparada vira Grupo B com registro, não volta ao estoque nem vai ao lixo comum
  3. Segregação do perfurocortante — agulha de punção é Grupo E, caixa rígida ao lado de cada poltrona

Uma clínica de infusão de médio porte (20-60 sessões/dia) gera tipicamente 30-90 kg/mês somando B e A1 — com o B representando boa parte do custo de coleta.

O que isso muda na coleta

Centro de infusão precisa de contrato que reconheça o Grupo B como item relevante, com frequência alinhada ao volume de frascos e doses descartadas — não um contrato linear de Grupo A. O diferencial é o medicamento, não o curativo.

A Seven Resíduos atende centros de infusão com coleta de Grupo B de medicamento + Grupo A1 + suporte de PGRSS. Veja também como descartar resíduo de quimioterapia, o lixo da farmácia hospitalar e o glossário de RSS. A classificação está na RDC 222 da Anvisa.

Sua clínica de infusão segrega o frasco de biológico como Grupo B? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Clínica de Infusão #Grupo B #Imunobiológico #rdc 222

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