Como Descartar Resíduo de Procedimento Ginecológico
DIU, cauterização de colo, biópsia: o consultório ginecológico gera mais que gaze. Veja como separar.
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DIU, cauterização de colo, biópsia: o consultório ginecológico gera mais que gaze. Veja como separar.
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Ponteira, placa dispersiva e o tecido cauterizado: cada parte tem um destino. Veja como separar.
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"O paciente não tinha infecção, então o curativo é lixo comum." Veja por que esse raciocínio falha.
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Agulha, frasco-ampola e algodão com sangue: a sala de injeção gera três grupos. Veja como separar.
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Nitrogênio líquido, ponteira e gaze do leito tratado: cada um vai para um lado. Veja como segregar.
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Aspirado de medula gera agulha grossa e material com sangue. Veja a classe.
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Esperar não "neutraliza" o resíduo infectante. Veja por que o Grupo A só piora.
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Placa e meio de cultura concentram o agente. Veja por que é Grupo A — e às vezes A2.
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A SRPA gera resíduo do bloco sem ser o bloco. Veja a classe do que sai dali.
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"O paciente não tem nada" não desclassifica o resíduo. Veja o que define a classe.
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