Por que hanseníase tem capítulo
Ambulatório especializado em hanseníase atende paciente com diagnóstico/tratamento PQT (Poliquimioterapia: rifampicina+clofazimina+dapsona). Inclui baciloscopia (linfa orelha+cotovelo+lesão), biópsia cutânea, avaliação neurológica + reabilitação. Opera sob protocolo PNCH (Programa Nacional Hanseníase) + RDC 222.
Tabela 5 fluxos
| Fluxo | Grupo | Volume mensal |
|---|---|---|
| Lâmina baciloscópica linfa pós-análise | A1 + E (vidro) | 0,5-2 kg |
| Biópsia cutânea (lesão) | A1 risco aumentado + E | 0,3-1 kg |
| Material aplicação medicação supervisionada PQT | A1 baixa | 1-3 kg |
| EPI (luva, máscara N95 em paciente bacilífero pré-tratamento) | A1 baixa | 2-5 kg |
| Frasco PQT (rifampicina) vazio | B + comunicação ao Programa | 0,5-1 kg |
Volume típico: 5-12 kg/mês.
Particularidades
- Risco infeccioso baixo após início PQT — paciente abacilífero em 1-2 semanas
- Notificação compulsória SINAN
- PCDT específico para acompanhamento (12 meses paucibacilar / 24 meses multibacilar)
- Comunicado social quando cluster familiar detectado
3 perfis
Perfil 1 — Ambulatório UBS: parte de PGRSS municipal.
Perfil 2 — Centro especializado público/privado: R$ 280-580/mês. Setup R$ 5500-12000.
Perfil 3 — Centro de referência hanseníase: R$ 580-1200/mês. Setup R$ 12000-25000.
Setup
R$ 5-12 mil ano 1 + R$ 4-9 mil/ano subsequente.
Solicite consultoria para ambulatório hanseníase — capítulo isolamento pré-PQT + cadeia baciloscópica + integração SINAN.