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Compliance e Legislação 20 de junho, 2026 · 4 min de leitura

RDC 222 Revisao 2025: O Que Mudar

RDC 222 está em revisão pela ANVISA. Veja o que muda em 2025-2026 e como o hospital se prepara.

por Jorge Jason
Atualizado em 20 de junho, 2026
RDC 222 Revisao 2025: O Que Mudar

ANVISA está em processo de revisão da RDC 222/2018 desde 2023, com consulta pública em 2024 e expectativa de nova versão em 2025-2026. Hospital que se prepara antes da publicação ganha tempo de transição; hospital que ignora descobre na fiscalização que o PGRSS precisa ser refeito. Estes são os 5 pontos que provavelmente vão mudar.

Por que a revisão

RDC 222 de 2018 já tem 7 anos. Drivers da atualização:

Os 5 pontos que provavelmente mudam

1. Indicadores quantitativos obrigatórios

RDC 222 atual exige PGRSS com indicadores, mas sem especificar quais. Revisão deve listar:

Hospital terá mais clareza + benchmark padronizado.

2. Digitalização do MTR

MTR digital integrado SINIR para todos os estados (hoje, alguns ainda usam papel):

Hospital com MTR ainda em papel terá prazo de adequação (provavelmente 12-24 meses).

3. Logística reversa de medicamento + EPI

PNRS já obriga, mas implantação está parcial. Revisão deve:

4. Resíduo de terapia avançada

CAR-T (terapia celular), terapia gênica, CRISPR, biofarmacêuticos vivos cresceram muito:

Hospital terciário com oncologia avançada será mais afetado.

5. Indicadores ESG integrados

Reporte alinhado com:

Hospital deixará de ter “PGRSS” como documento isolado e passa a ter gestão ambiental integrada.

A timeline esperada

Como o hospital se prepara

Estratégia 1 — Adequação antecipada

Hospital que já tem:

não precisa preparar muito — já está alinhado com o que vem.

Estratégia 2 — Adequação reativa

Hospital que tem PGRSS legado:

Estratégia 3 — Adequação sob pressão

Hospital que aguarda a publicação para começar:

Os 3 erros mais comuns na transição

1. Ignorar a consulta pública

Consulta pública é janela para contribuir com a redação. Hospital que ignora aceita o que vier — mesmo que não atenda o setor.

2. Esperar publicação para investir

Adequação de PGRSS, MTR digital, integração ESG leva 18-30 meses em hospital grande. Esperar a publicação encurta a janela.

3. Fazer mudança pontual, não estrutural

Hospital que faz “adequação cosmética” perde o ponto. A revisão é estrutural — exige cultura, não só documento.

Custo da adequação

Para hospital de médio/grande porte (150-400 leitos):

Total: R$ 60-210 mil em ciclo de 18-30 meses.

A Seven Resíduos acompanha hospitais clientes na preparação antecipada para RDC 222 revisada + integração ESG.

Seu hospital está preparado para a nova RDC 222? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #2025 #ANVISA #Atualização #rdc 222 #Revisão

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