“Quanto custa a coleta de RSS?” — é a primeira pergunta que o gestor faz. A resposta sincera: depende. Mas dá para chegar perto.
A faixa de valores
Como referência prática para o mercado brasileiro:
| Tipo de estabelecimento | Faixa mensal típica |
|---|---|
| Consultório odontológico, médico individual | R$ 100 – R$ 350 |
| Clínica de estética, pequena | R$ 200 – R$ 600 |
| Laboratório clínico médio | R$ 600 – R$ 2.000 |
| Hospital de pequeno porte (até 50 leitos) | R$ 2.500 – R$ 8.000 |
| Hospital de médio porte (50-200 leitos) | R$ 8.000 – R$ 25.000 |
| Hospital de grande porte ou oncológico | R$ 25.000 – R$ 80.000 |
Esses números são referência, não cotação. Cada serviço tem o próprio perfil.
O que pesa no preço
Cinco fatores definem o valor:
- Volume gerado por dia (em kg).
- Grupos predominantes — Grupo C (radioativo) e Grupo B citostático custam mais que A1 padrão.
- Frequência de coleta — diária é mais cara que semanal, mas semanal não cabe em hospital grande.
- Distância do tratador — região metropolitana paga menos; cidade interior, mais.
- Tipo de tratamento — incineração custa mais que autoclave para o mesmo peso.
O erro de comprar pelo menor preço
Tratador sem licença ambiental cobra menos. Por quê? Porque não paga renovação de LO, análise de emissões CONAMA 491, ART de operador, monitoramento contínuo. Mas a economia some quando o hospital recebe autoação por responsabilidade solidária sob a Lei 12.305 (PNRS).
Coleta de RSS é um dos serviços onde o menor preço cobra caro depois.
O que avaliar além do preço
Três pontos:
- Licença ambiental vigente do transportador e do tratador
- MTR rastreável por carga, não só fatura agregada
- Cláusula de ajuste de frequência sem renegociação total
A Seven Resíduos faz coleta especializada de RSS com preço calibrado ao perfil real e cadeia de tratamento auditável.
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