Por que aeroespacial tem perfil específico
Medicina aeroespacial avalia pilotos comerciais (ANAC) + militares (FAB) + astronautas (em centros NASA-like). Combina câmara hipobárica (simulação altitude) + simulador de vácuo (descompressão controlada) + avaliação otorrino + cardiovascular + teste de força G + exames laboratoriais frequentes (hipóxia, performance). Volume baixo de pacientes, mas com alto rigor técnico. Opera sob RDC 222 + Portaria DAC + Diretrizes ANAC + Lei 11.182.
Tabela 5 fluxos
| Fluxo | Grupo | Volume mensal |
|---|---|---|
| Tubo coleta sangue (hipóxia + ferritina + lactato) | A1 risco aumentado + E | 1-3 kg |
| Material câmara hipobárica (máscara O2) | A1 baixa | 0,5-2 kg |
| EPI exame ergométrico (eletrodo, gel) | A1 baixa | 0,5-1,5 kg |
| Material exame otorrino (oliva, ponta otoscópio) | A1 baixa | 0,5-1,5 kg |
| Frasco anti-cinetose / vasoativo vencido | B (controlado) | 0,2-0,5 kg |
Volume típico: 3-9 kg/mês.
Capítulo câmara hipobárica
Câmara hipobárica (simulação 25.000 ft / 7.620 m) exige protocolos específicos:
- Máscara O2 100% + circuito descartável após uso
- Saca-rolhas de proteção em incidente despressurização
- Material descartado = A1 baixa (saliva piloto)
- EPI técnico instrutor (luva + máscara)
- Validação anual ANVISA + ANAC
- Treinamento NR-32 + radioproteção
3 perfis
Perfil 1 — Consultório aeroespacial básico (sem câmara): R$ 130-280/mês. Setup R$ 2-4k.
Perfil 2 — Centro com câmara hipobárica: R$ 380-800/mês. Setup R$ 10-22k.
Perfil 3 — Centro avançado (multi-tecnologias + simulador G): R$ 800-1700/mês. Setup R$ 22-50k.
3 erros frequentes
- Material câmara O2 no Grupo D — é A1 (saliva piloto)
- Frasco vasoativo vencido na pia — Grupo B
- Sem validação anual câmara hipobárica — auto ANAC
Solicite cotação medicina aeroespacial — capítulo câmara hipobárica + simulador + ANAC.