A ginecologia ambulatorial é especialidade essencialmente procedural com mix de exames clínicos e procedimentos invasivos: exame ginecológico de rotina, colposcopia, biópsia de colo, citologia (Papanicolau), inserção/retirada de DIU, cauterização ambulatorial.
Os 6 procedimentos típicos
| Procedimento | Resíduo | Grupo |
|---|---|---|
| Exame ginecológico (especular) | Espéculo descartável + EPI + papel | A1 (espéculo com secreção) |
| Citologia (Papanicolau) | Espátula/Cytobrush + lâmina + EPI | A1 |
| Colposcopia | Cotonete + ácido acético + lugol + EPI | A1 + B (lugol+ácido) |
| Biópsia colo | Pinça + fragmento em formol + EPI | A1 + E + B |
| Inserção/retirada DIU | DIU embalagem + cabo retirada + EPI | A1 |
| Cauterização (eletro ou química) | Eletrodo + nitrato prata + EPI | A1 + B (nitrato) |
DIU descartado: caso específico
DIU inserido fica no paciente (não vira lixo). DIU retirado após anos é A1 (corpo estranho com possível contaminação biológica).
DIU não inserido (vencimento, defeito) → logística reversa do fabricante (Bayer Mirena, Cooper T) sempre que possível, ou A1 se descarte clínico.
Volume e custo médio
Consultório ginecológico padrão (15-30 atendimentos/dia):
- Volume RSS A1: 8-20 kg/mês.
- Grupo E: 0,5-2 kg/mês.
- Grupo B: 0,5-1,5 kg/mês.
- Coleta especial: R$200-450/mês.
- PGRSS: R$2.000-4.000.
Conclusão
Ginecologia ambulatorial é gerador RSS médio, com componente A1 dominante. PGRSS proporcional, segregação clara A1 + E + B, atenção a DIU descartado.
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