Por que vascular tem perfil específico
Clínica de cirurgia vascular ambulatorial atende insuficiência venosa crônica + varizes + trombose venosa profunda (TVP) prévia. Combina safenectomia (Stripping) + escleroterapia química/com espuma + laser endovenoso (EVLT) + radiofrequência endovenosa (RFA) + microflebectomia + eventual angioplastia periférica. Opera sob RDC 222 + RDC 50 + Diretrizes SBACV + RDC 36 sedação consciente.
Tabela 5 fluxos
| Fluxo | Grupo | Volume mensal |
|---|---|---|
| Veia safena removida (stripping) | A2 (anatomopatológico) | 0,5-2 kg |
| Frasco esclerosante (polidocanol+morruato) vencido | B (controlado) | 0,3-1 kg |
| Cateter laser EVLT/RFA pós-uso | A1 risco aumentado | 1-3 kg |
| Frasco anestésico tumescente (lidocaína) | B | 0,5-1,5 kg |
| Material curativo + meia compressiva descartável | A1 baixa | 2-5 kg |
Volume típico: 4-12 kg/mês.
Capítulo veia safena removida A2
Veia safena (10-30 cm) removida em stripping é Grupo A2:
- Saco branco leitoso reforçado
- Identificação do paciente até descarte
- Eventual análise anatomopatológica (suspeita malignidade rara)
- Refrigeração se trânsito >24h
- MTR específico Grupo A2
3 perfis
Perfil 1 — Consultório vascular básico: R$ 130-280/mês. Setup R$ 2-4k.
Perfil 2 — Centro com escleroterapia + EVLT: R$ 280-600/mês. Setup R$ 4-10k.
Perfil 3 — Centro avançado (safenectomia + EVLT + RFA + arterial): R$ 600-1300/mês. Setup R$ 10-22k.
3 erros frequentes
- Veia safena no lixo comum — é A2 (tecido humano)
- Frasco polidocanol vencido na pia — Grupo B esclerosante químico
- Cateter laser em saco simples — é A1 RA com sangue
Solicite cotação clínica vascular — capítulo veia safena A2 + esclerosante + cateter laser.