Por que crise PGRSS exige plano dedicado
Crise PGRSS = vazamento contaminação + denúncia anônima + flagrante mídia + ataque cibernético + denúncia paciente em rede social. Sem plano de crise, gestor improvisa, equipe contradiz, mídia distorce, ANVISA endurece. ABNT NBR ISO 22301 + ISO 22361 (Crisis Management) + Estatuto Comunicação Saúde + RDC 222 (auditoria). Plano de crise não evita a crise — transforma em controle de danos.
Tabela 5 audiências e respostas
| Audiência | Velocidade | Mensagem | Erro fatal |
|---|---|---|---|
| Funcionários | 0-1h | Versão única + porta-voz designado | Cada um fala o que quer |
| Pacientes | 0-4h | Comunicado oficial transparente | Silêncio = pânico |
| ANVISA/VISA | 0-24h | Comunicação proativa NOTIVISA | Esperar autuação |
| Mídia | 0-12h | Press release + porta-voz único | “Sem comentários” |
| Redes sociais | 0-2h | Resposta padronizada cada plataforma | Bloquear comentários |
Capítulo 5 papéis no comitê de crise
Comitê de crise mínimo (escala 24/7):
- Líder (CEO/Diretor Técnico) — decisão final
- Porta-voz único (RT ou comunicação) — fala externa
- Jurídico — análise responsabilidades + LCP + civil
- PGRSS RT — fato técnico real + auditoria
- Comunicação digital — redes sociais + monitoramento
Reunião emergencial em 2h após detecção crise. Comunicado preparado em 4h. Press conference em 12h (se necessário). Atualização diária 7-30 dias.
3 perfis
Perfil 1 — Clínica MEI (plano simplificado): R$ 1500-3500. 1 pessoa porta-voz.
Perfil 2 — Clínica média (comitê 5 pessoas): R$ 4-12k. Plano + simulado anual.
Perfil 3 — Hospital (comitê 24/7 + assessoria): R$ 25-80k/ano + R$ 200-500/h emergência.
3 erros frequentes
- “Sem comentários” — mídia interpreta culpa
- Múltiplos porta-vozes — versões contraditórias = crime confissão
- Sem comunicação proativa NOTIVISA — auto + agravante
Solicite consultoria comunicação crise PGRSS — capítulo comitê + porta-voz + simulado anual.