{"id":297,"date":"2026-04-29T18:03:47","date_gmt":"2026-04-29T21:03:47","guid":{"rendered":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/descarte-rss-hospital-pequeno-porte-pillar\/"},"modified":"2026-04-29T18:03:47","modified_gmt":"2026-04-29T21:03:47","slug":"descarte-rss-hospital-pequeno-porte-pillar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/descarte-rss-hospital-pequeno-porte-pillar\/","title":{"rendered":"Descarte de RSS em hospital: guia para hospital pequeno"},"content":{"rendered":"<h1>Descarte de RSS em hospital: guia completo de gest\u00e3o de res\u00edduos para hospitais e prontos-socorros de pequeno e m\u00e9dio porte<\/h1>\n<p>Um hospital de 60 leitos pode gerar entre <strong>1,2 e 3,8 quilos de RSS por leito por dia<\/strong>, segundo SciELO Sa\u00fade P\u00fablica e FBH. Em um m\u00eas cheio, s\u00e3o at\u00e9 <strong>6,8 toneladas de res\u00edduos hospitalares<\/strong> \u2014 com cerca de um quarto carregando potencial infectante. O <strong>descarte de RSS em hospital<\/strong> n\u00e3o para nos finais de semana nem nas madrugadas, e nasce de pelo menos oito frentes simult\u00e2neas dentro do mesmo CNPJ.<\/p>\n<p>\u00c9 essa simultaneidade que separa o <strong>gerenciamento de res\u00edduos hospitalares<\/strong> do gerenciamento de uma cl\u00ednica de bairro. Enquanto <a href=\"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/descarte-residuos-clinica-medica-pillar\/\">a cl\u00ednica m\u00e9dica gere uma frente \u00fanica em hor\u00e1rio comercial<\/a>, o hospital pequeno opera centro cir\u00fargico, UTI, maternidade, banco de sangue, oncologia, farm\u00e1cia, lab interno e apoio \u2014 todos audit\u00e1veis pela Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria no mesmo dia. Este guia destrincha a opera\u00e7\u00e3o por \u00e1rea, mapeia volumes e mostra como o plano da <a href=\"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\">Seven Res\u00edduos Sa\u00fade<\/a> cobre as oito frentes em uma s\u00f3 rotina para hospitais at\u00e9 100 leitos.<\/p>\n<h2>Panorama: por que o descarte de RSS em hospital exige outro patamar de gest\u00e3o<\/h2>\n<p>A norma que rege o descarte de RSS em hospital \u00e9 a <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/regulamentacao\/legislacao\">RDC 222\/2018 da ANVISA<\/a>. O artigo 56 \u00e9 claro: <strong>a responsabilidade pelo gerenciamento dos res\u00edduos \u00e9 do gerador<\/strong> \u2014 n\u00e3o da gestora contratada. Quem responde por irregularidade \u00e9 o diretor t\u00e9cnico e o respons\u00e1vel legal, mesmo com opera\u00e7\u00e3o terceirizada. A destina\u00e7\u00e3o complementar segue a <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2004-2006\/2005\/decreto\/d5440.htm\">Resolu\u00e7\u00e3o CONAMA 358\/2005<\/a>.<\/p>\n<p>Hospitais de at\u00e9 100 leitos s\u00e3o a maior fatia do parque hospitalar brasileiro (FBH) \u2014 e \u00e9 a faixa onde o erro de gest\u00e3o \u00e9 mais frequente. O hospital pequeno tem complexidade de terci\u00e1rio, mas n\u00e3o tem or\u00e7amento nem governan\u00e7a de hospital escola. <strong>\u00c9 esse hospital que mais precisa de uma gestora especializada<\/strong> \u2014 para industrializar o fluxo das oito \u00e1reas de uma s\u00f3 vez.<\/p>\n<h2>A geometria de um hospital pequeno: oito \u00e1reas geram RSS ao mesmo tempo<\/h2>\n<p>Mapear o hospital pelo organograma administrativo n\u00e3o ajuda na gest\u00e3o de res\u00edduos. O que ajuda \u00e9 mapear pelo <strong>fluxo de res\u00edduo<\/strong>: quem gera, em que volume, de qual Grupo da RDC 222\/2018. As oito frentes s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Centro cir\u00fargico (CC):<\/strong> pe\u00e7as anat\u00f4micas, instrumental contaminado, perfurocortantes, embalagens est\u00e9reis.<\/li>\n<li><strong>UTI (Unidade de Terapia Intensiva):<\/strong> sondas, cateteres, sobras de medicamentos infundidos, fraldas e curativos de paciente isolado.<\/li>\n<li><strong>Maternidade:<\/strong> placentas, sangue, kits de parto.<\/li>\n<li><strong>Banco de sangue:<\/strong> bolsas e derivados vencidos ou de uso parcial.<\/li>\n<li><strong>Oncologia \/ quimioterapia:<\/strong> sobras de antineopl\u00e1sicos (medicamentos contra c\u00e2ncer), frascos, equipos contaminados.<\/li>\n<li><strong>Farm\u00e1cia hospitalar:<\/strong> medicamentos vencidos ou avariados, ampolas quebradas.<\/li>\n<li><strong>Laborat\u00f3rio interno:<\/strong> amostras biol\u00f3gicas, reagentes qu\u00edmicos, frascos.<\/li>\n<li><strong>\u00c1reas de apoio (lavanderia, refeit\u00f3rio de paciente isolado, imagem):<\/strong> roupas com fluido, sobras de refei\u00e7\u00e3o de paciente em precau\u00e7\u00e3o de contato, reveladores de raio-X.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Cada frente exige acondicionamento, rota e tratamento pr\u00f3prios. Se uma falha \u2014 placenta no saco branco do expurgo geral em vez da rota A1 \u2014 o hospital inteiro fica em n\u00e3o-conformidade, mesmo com sete \u00e1reas perfeitas.<\/p>\n<h2>Eixo Grupo A1: centro cir\u00fargico, maternidade e banco de sangue<\/h2>\n<p>O <strong>Grupo A1<\/strong> da RDC 222\/2018 re\u00fane os res\u00edduos com risco biol\u00f3gico mais alto: pe\u00e7as anat\u00f4micas humanas, sangue e hemoderivados, placentas, materiais resultantes de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade de pacientes em precau\u00e7\u00e3o de contato. Em um hospital pequeno, tr\u00eas \u00e1reas concentram esse grupo: CC, maternidade e banco de sangue.<\/p>\n<p>A regra \u00e9 n\u00e3o misturar. Pe\u00e7a anat\u00f4mica segue para <strong>incinera\u00e7\u00e3o<\/strong> ap\u00f3s saco vermelho. Placenta \u2014 classificada como A1 \u2014 costuma ter rota interna pr\u00f3pria, indo para incinera\u00e7\u00e3o ou autoclavagem (tratamento t\u00e9rmico que esteriliza a 121\u00b0C antes do aterro classe I), conforme o PGRSS local. Bolsas de sangue vencidas, idem.<\/p>\n<p>O CC gera muito <strong>A4<\/strong> (gazes, compressas, instrumental descart\u00e1vel contaminado, sem o risco m\u00e1ximo do A1) e <strong>E<\/strong> (perfurocortantes \u2014 agulhas, l\u00e2minas, lancetas, em caixa amarela r\u00edgida homologada Inmetro \/ NBR 13853). Separar A1, A4 e E na fonte \u00e9 o que diferencia opera\u00e7\u00e3o conforme de opera\u00e7\u00e3o autuada.<\/p>\n<h2>Eixo Grupo B: UTI, oncologia e farm\u00e1cia hospitalar<\/h2>\n<p>O <strong>Grupo B<\/strong> \u00e9 o eixo qu\u00edmico \u2014 em hospital aparece em tr\u00eas frentes. Na UTI, sobras de soro com medicamento parenteral (administrado por via venosa) que n\u00e3o terminou a infus\u00e3o, ampolas quebradas, restos de antibi\u00f3ticos. Na oncologia, <strong>quimioter\u00e1picos antineopl\u00e1sicos<\/strong> \u2014 medicamentos contra o c\u00e2ncer, t\u00f3xicos no manuseio do res\u00edduo, regulados pela <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/trabalho-e-emprego\/pt-br\">NR 32<\/a>. Na farm\u00e1cia, medicamentos vencidos em massa.<\/p>\n<p>Quimioter\u00e1pico <strong>nunca<\/strong> vai para saco branco de Grupo A \u2014 vai em embalagem r\u00edgida com identifica\u00e7\u00e3o de antineopl\u00e1sico e segue para incinera\u00e7\u00e3o qu\u00edmica. Misturar quimio com biol\u00f3gico no expurgo \u00e9 uma das infra\u00e7\u00f5es mais comuns em hospital pequeno. Reveladores e fixadores de raio-X s\u00e3o Grupo B cl\u00e1ssico.<\/p>\n<h2>Matriz mestre: \u00e1rea hospitalar \u00d7 Grupo RSS \u00d7 volume \u00d7 fluxo Seven (10 linhas)<\/h2>\n<p>A tabela abaixo \u00e9 o miolo operacional do <strong>PGRSS hospitalar<\/strong> para um hospital de at\u00e9 100 leitos. Volumes s\u00e3o estimativa m\u00e9dia.<\/p>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>#<\/th>\n<th>\u00c1rea hospitalar<\/th>\n<th>Tipo de RSS<\/th>\n<th>Grupo RDC 222<\/th>\n<th>Volume estimado\/m\u00eas<\/th>\n<th>Fluxo Seven<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>1<\/td>\n<td>Centro cir\u00fargico<\/td>\n<td>Pe\u00e7as anat\u00f4micas<\/td>\n<td>A1<\/td>\n<td>80\u2013250 kg<\/td>\n<td>Coleta dedicada \u2192 incinera\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2<\/td>\n<td>Centro cir\u00fargico<\/td>\n<td>Perfurocortantes + instrumental<\/td>\n<td>E + A4<\/td>\n<td>120\u2013400 kg<\/td>\n<td>Caixa amarela r\u00edgida + saco branco \u2192 autoclavagem<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>3<\/td>\n<td>Maternidade<\/td>\n<td>Placentas<\/td>\n<td>A1<\/td>\n<td>60\u2013180 kg<\/td>\n<td>Rota A1 dedicada \u2192 incinera\u00e7\u00e3o ou autoclavagem<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>4<\/td>\n<td>UTI<\/td>\n<td>Sondas, cateteres, fraldas<\/td>\n<td>A4<\/td>\n<td>250\u2013700 kg<\/td>\n<td>Saco branco leitoso \u2192 autoclavagem<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>5<\/td>\n<td>UTI<\/td>\n<td>Sobras de medicamento infundido<\/td>\n<td>B<\/td>\n<td>30\u201390 kg<\/td>\n<td>Embalagem qu\u00edmica \u2192 incinera\u00e7\u00e3o B<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>6<\/td>\n<td>Oncologia \/ quimio<\/td>\n<td>Antineopl\u00e1sicos, equipos<\/td>\n<td>B (subgrupo quimio)<\/td>\n<td>40\u2013150 kg<\/td>\n<td>Coleta dedicada NR 32 \u2192 incinera\u00e7\u00e3o qu\u00edmica<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>7<\/td>\n<td>Banco de sangue<\/td>\n<td>Bolsas e hemoderivados<\/td>\n<td>A1<\/td>\n<td>25\u201380 kg<\/td>\n<td>Coleta dedicada \u2192 incinera\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>8<\/td>\n<td>Farm\u00e1cia hospitalar<\/td>\n<td>Medicamentos vencidos<\/td>\n<td>B<\/td>\n<td>50\u2013200 kg<\/td>\n<td>Descaracteriza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica (inutiliza\u00e7\u00e3o do medicamento por rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica) \u2192 incinera\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>9<\/td>\n<td>Laborat\u00f3rio interno<\/td>\n<td>Amostras + reagentes<\/td>\n<td>A1 + A4 + B<\/td>\n<td>100\u2013300 kg<\/td>\n<td>Multi-rota: autoclave + incinera\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>10<\/td>\n<td>Imagem \/ lavanderia<\/td>\n<td>Reveladores, contrastes, roupa contaminada<\/td>\n<td>B + A4<\/td>\n<td>40\u2013120 kg<\/td>\n<td>Coleta B + saco branco hospitalar<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Reaplique a matriz a cada trimestre. Se o mix cir\u00fargico muda, volumes mudam e o plano log\u00edstico acompanha. <a href=\"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/empresa-descarte-rss-como-escolher-gestora-licenciada\/\">Veja como escolher uma gestora licenciada<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/orcamento\/\">Solicite a auditoria gratuita do PGRSS do seu hospital \u2014 a Seven Res\u00edduos Sa\u00fade mapeia as 8 frentes e dimensiona o plano<\/a><\/p>\n<h2>Plano Seven multi-frente para hospital at\u00e9 100 leitos<\/h2>\n<p>A <a href=\"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\">Seven Res\u00edduos Sa\u00fade<\/a> opera 1.200+ estabelecimentos de sa\u00fade no Brasil em 2024-2025, com 1.800+ toneladas de RSS tratadas e 67% de crescimento em 2024 \u2014 escala para industrializar a log\u00edstica de hospital pequeno-m\u00e9dio com rota dedicada, coleta agendada e RT acompanhando NR 32. O plano cobre as oito frentes em uma rotina contratual:<\/p>\n<p><strong>1. Coleta multi-bombona setorizada.<\/strong> Cada \u00e1rea recebe seu kit: bombonas PEAD para A4, sacos vermelhos para A1, embalagens qu\u00edmicas para B, caixa amarela r\u00edgida homologada para E. Coleta externa licenciada conforme NBR 12810.<\/p>\n<p><strong>2. MTR-RSS consolidado.<\/strong> O Manifesto de Transporte de RSS \u00e9 emitido em documento \u00fanico por coleta, agregando A1 + A4 + B + E. Simplifica a rastreabilidade da CETESB e evita manifesto separado por \u00e1rea.<\/p>\n<p><strong>3. Tratamento diferenciado.<\/strong> Autoclavagem central para A4 da UTI e perfurocortantes do CC; incinera\u00e7\u00e3o para A1 (pe\u00e7as, placentas, bolsas) e B oncol\u00f3gico; descaracteriza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica \u2014 a inutiliza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do princ\u00edpio ativo \u2014 para medicamentos vencidos.<\/p>\n<p><strong>4. CDF mensal consolidado.<\/strong> O Certificado de Destina\u00e7\u00e3o Final agrupa todos os Grupos do hospital, fechando o ciclo de rastreabilidade exigido em auditoria sanit\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>5. PGRSS hospitalar com ART.<\/strong> Elabora\u00e7\u00e3o e atualiza\u00e7\u00e3o anual do PGRSS, assinado por respons\u00e1vel t\u00e9cnico com ART registrada no CREA. Sem ART, o hospital n\u00e3o passa em fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>6. Treinamento NR 32 anual.<\/strong> Capacita\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria da equipe (enfermagem, copa, lavanderia, higieniza\u00e7\u00e3o) em segrega\u00e7\u00e3o na fonte, biosseguran\u00e7a e manuseio de quimioter\u00e1picos.<\/p>\n<p><strong>7. Plano comercial por leito ou por kg.<\/strong> Hospitais com mix est\u00e1vel preferem cobran\u00e7a por leito\/m\u00eas; com sazonalidade alta, por kg. Seven contrata as duas modalidades.<\/p>\n<p><strong>8. Escala 24\/7 incluindo PS.<\/strong> Coleta agendada com janela emergencial: se o pronto-socorro recebe trauma de massa de madrugada e o expurgo enche, a coleta n\u00e3o-programada acontece no mesmo turno.<\/p>\n<h2>N\u00e3o-conformidades autuadas pela Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria em hospital pequeno<\/h2>\n<p>As autua\u00e7\u00f5es repetem-se em hospital pequeno-m\u00e9dio porte:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>A1 misturado com Grupo D<\/strong> (comum) no expurgo central \u2014 placenta achada em saco preto.<\/li>\n<li><strong>PGRSS sem ART<\/strong> ou ART vencida \u2014 documento n\u00e3o tem validade legal.<\/li>\n<li><strong>Quimioter\u00e1pico em saco branco leitoso<\/strong> de Grupo A em vez de embalagem qu\u00edmica B.<\/li>\n<li><strong>Banco de sangue sem rota dedicada<\/strong> \u2014 bolsas vencidas indo para o lixo geral do expurgo.<\/li>\n<li><strong>Refeit\u00f3rio de paciente isolado tratado como D<\/strong> \u2014 sobra de refei\u00e7\u00e3o de paciente em precau\u00e7\u00e3o vai para coleta urbana comum.<\/li>\n<li><strong>Lavanderia sem segrega\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2014 roupa com fluido biol\u00f3gico misturada com roupa de cama limpa-suja padr\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>CDF perdido ou n\u00e3o conferido<\/strong> \u2014 hospital recebe mas n\u00e3o arquiva, e na auditoria n\u00e3o comprova destina\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Cada falha gera auto de infra\u00e7\u00e3o; em conjunto, abrem processo que pode chegar \u00e0 interdi\u00e7\u00e3o parcial da unidade. O <strong>gerenciamento de res\u00edduos hospitalares<\/strong> por uma <a href=\"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\">gestora especializada como a Seven<\/a> n\u00e3o elimina a responsabilidade do gerador \u2014 mas elimina sete dessas oito falhas operacionais. Compare com <a href=\"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/descarte-residuos-laboratorio-analises-clinicas-pillar\/\">a opera\u00e7\u00e3o de um laborat\u00f3rio de an\u00e1lises cl\u00ednicas<\/a>, onde a complexidade \u00e9 menor mas autua\u00e7\u00f5es de B reagentes s\u00e3o igualmente frequentes.<\/p>\n<h2>Perguntas frequentes (FAQ)<\/h2>\n<p><strong>1. Qual a diferen\u00e7a entre RSS de hospital e RSS de cl\u00ednica?<\/strong> RSS de hospital tem gera\u00e7\u00e3o 24\/7 simult\u00e2nea em at\u00e9 oito \u00e1reas (CC, UTI, maternidade, banco de sangue, oncologia, farm\u00e1cia, lab interno, apoio), com volumes de 1,2 a 3,8 kg por leito\/dia. RSS de cl\u00ednica vem de uma frente \u00fanica em hor\u00e1rio comercial. Hospital exige PGRSS multi-frente e gestora com escala 24\/7.<\/p>\n<p><strong>2. Hospital de pequeno porte precisa de PGRSS?<\/strong> Sim. A RDC 222\/2018 da ANVISA, no artigo 56, obriga todo gerador de RSS a manter PGRSS, sem exce\u00e7\u00e3o por porte. Hospital com 20 leitos tem a mesma obriga\u00e7\u00e3o documental que hospital com 500. O PGRSS deve ter respons\u00e1vel t\u00e9cnico com ART registrada no CREA e atualiza\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n<p><strong>3. Como descartar quimioter\u00e1picos em hospital de oncologia?<\/strong> Quimioter\u00e1pico (antineopl\u00e1sico, medicamento contra c\u00e2ncer) \u00e9 Grupo B subgrupo qu\u00edmico. Vai em embalagem r\u00edgida espec\u00edfica identificada, nunca em saco branco de Grupo A. Tratamento \u00e9 incinera\u00e7\u00e3o em incinerador licenciado para res\u00edduo qu\u00edmico. Equipe de manuseio precisa de NR 32 atualizada e EPI espec\u00edfico.<\/p>\n<p><strong>4. Placenta \u00e9 Grupo A1 ou pode ir junto com pe\u00e7as cir\u00fargicas?<\/strong> Placenta \u00e9 Grupo A1 pela RDC 222\/2018, junto das pe\u00e7as anat\u00f4micas. Operacionalmente, costuma ter rota interna dedicada \u2014 saco vermelho identificado, fluxo separado \u2014 e segue para incinera\u00e7\u00e3o ou autoclavagem com aterro classe I. N\u00e3o vai para o lixo comum do expurgo central em hip\u00f3tese alguma.<\/p>\n<p><strong>5. Quantos kg de RSS por leito\/dia um hospital brasileiro gera?<\/strong> A m\u00e9dia fica entre 1,2 e 3,8 kg por leito\/dia, conforme SciELO e FBH. Hospital pequeno-m\u00e9dio sem oncologia tende ao piso (1,2\u20132,0 kg). Hospital com CC ativo, maternidade e oncologia ambulatorial sobe para 2,8\u20133,8 kg. A taxa serve para dimensionar contrato com a gestora.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/orcamento\/\">Solicite agora o or\u00e7amento Seven Sa\u00fade para hospital pequeno e m\u00e9dio porte \u2014 auditoria de PGRSS, plano por leito ou por kg, MTR-RSS e CDF inclusos<\/a><\/p>\n<p>A <strong>Sa\u00fade Ambiental Inteligente<\/strong> come\u00e7a quando o hospital pequeno para de tratar a gest\u00e3o de res\u00edduos como custo invis\u00edvel e a trata como o que ela \u00e9: pilar de conformidade que sustenta o alvar\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descarte de RSS em hospital pequeno e m\u00e9dio porte: matriz por 8 \u00e1reas (CC, UTI, maternidade, oncologia), Grupos RDC 222 e plano Seven Sa\u00fade com PGRSS e ART.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":296,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[94,90,98,91,95,99,92,93,96,97],"class_list":["post-297","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-hospitais","tag-conama-358-2005","tag-descarte-de-rss-em-hospital","tag-descarte-quimioterapicos-hospital","tag-gerenciamento-de-residuos-hospitalares","tag-gestora-de-rss-hospital","tag-hospital-pequeno-porte","tag-pgrss-hospitalar","tag-rdc-222-2018-2","tag-residuos-centro-cirurgico","tag-rss-uti"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/297","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=297"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/297\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/296"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=297"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=297"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sevenresiduosaude.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=297"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}