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Compliance e Legislação 04 de julho, 2026 · 3 min de leitura

Como Descartar Resíduo de Remoção de Verruga

Cauterizar ou raspar uma verruga gera tecido, cureta e gaze. Veja onde cada item realmente vai.

por Jorge Jason
Atualizado em 04 de julho, 2026
Como Descartar Resíduo de Remoção de Verruga

Remover verruga é procedimento rápido de consultório, comum em dermatologia e clínica geral: anestesia ou não, curetagem, cauterização química, eletrocautério ou crioterapia com nitrogênio líquido, curativo. Por durar minutos e parecer “tirar uma casquinha”, costuma ser tratado no descarte como se não gerasse nada. Gera — tecido com vírus, instrumento cortante e material com contato, cada um com seu caminho.

O que a remoção de verruga realmente gera

A regra que organiza isso é a de sempre: o que decide o grupo é a natureza do material e o risco, não o tamanho do procedimento.

Por que o erro aqui é frequente

“É só queimar uma verruguinha” leva o fragmento de tecido para o lixo comum e a cureta para o lugar errado, como se nada ali oferecesse risco. O problema não é falta de norma; é a decisão tomada em segundos, num procedimento que parece pequeno demais para gerar RSS. Tecido com origem viral é material biológico, e o cáustico da cauterização não é embalagem vazia.

Onde isso pesa

Dermatologia e clínica geral removem verruga em série, várias por turno. Cada caso gera fragmento de tecido, instrumento e gaze, e às vezes sobra de ácido. Multiplicado pela agenda, vira volume relevante de Grupo A, E e B saindo todo dia — e quando vai para o lugar errado, é acidente para quem manuseia depois e não conformidade que o fiscal encontra. O acerto é simples: saco de Grupo A, coletor rígido e recipiente de Grupo B onde se faz.

O que isso muda na prática

Remover verruga não é exceção por ser rápido: o fragmento é tecido biológico, a cureta é instrumento de risco e o cáustico é Grupo B, como em qualquer procedimento. Ter o saco de infectante, o coletor rígido e o recipiente do Grupo B no ponto onde se remove é o que mantém a segregação correta sem depender de ninguém arrumar depois.

A Seven Resíduos oferece coleta licenciada e suporte de PGRSS para serviços de qualquer porte. Veja também como descartar resíduo de eletrocautério, como descartar resíduo de exérese de cisto e lipoma e o que é RSS. A base normativa está na RDC 222 da Anvisa.

Na sua clínica, o fragmento da verruga vai para o Grupo A — ou some no saco comum como casquinha? Fale com a Seven Resíduos.

Tags #Grupo A #rdc 222 #Segregação #Verruga

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